Com estes 3-1 sobre o Vitória de Guimarães,a minha Académica subiu ao lote dos segundos classificados. Este início,ainda sem grande sustentação,vai-me dando alegrias nos pontos e na quantidade de golos que a Briosa tem conseguido concretizar. E,por histórias antigas,vencer o Vitória de Guimarães tem um sabor especial. BRIOOOSAAA!
Tenho poucos,mas bons. O João pertence a esta categoria. Amizade,solidariedade,disponibilidade sem limites. Um cavalheiro em todo o mundo por onde tem passado. Hoje,dia do seu aniversário(suponho que faz 14 anitos),achei próprio deixar-lhe estas pobres palavras. Como ainda é um adolescente,ao almoço não deixarei de lhe dar nas orelhas... Um abraço de parabens,João.
EVOLUÇÃO DO PARLAMENTO:DE SALA A CAFÉ Sinceramente,não parece que haja em Portugal,hoje em dia,situação menos invejável do que a de ministro.
Só uma grande abnegação,ou uma vaidade pueril-talvez a mistura destas duas cousas- pode levar um homem cônscio do seu valor,seguro no seu orgulho,à posição mísera e mesquinha de servir de alvo aos ataques mais grosseiros,às injúrias mais descompostas,sem poder tomar aquela desforra a que em outras condições recorre qualquer homem. É que,por virtude do parlamentarismo,o ministro é uma tête de turc sôbre a qual os deputados podem malhar à vontade.Edificante e público espectáculo de respeito pela autoridade e acatamento pelas instituições! É que o parlamentarismo foi a invenção das altas burguesias da primeira metade do século,quando no regime do censo eleitoral a classe política tinha ainda alguma cousa de aristocrática. Com o sufrágio universal e o rebaixamento constante do nível político,os parlamentos perderam o carácter de salas ou câmaras,onde se discute cortêsmente,embora violentamente por vezes,para tomarem o carácter de clubes ou cafés onde se injuria e se troça. Nem se percebe porque há de ser proibido o cigarro e o bock! De Oliveira Martins,in Repórter,24-1-1888 É um bom aviso!
APELO TODOS PELA SUSANA Bons amigos: Como é do vosso conhecimento,a minha sobrinha Susana,filha do meu irmão Zeca,tem uma leucemia linfobástica aguda,diagnosticada no passado mês de Agosto. Iniciou desde então(estamos absolutamente convictos)uma luta contra a doença que irá seguramente vencer. A Susana vai precisar de fazer um transplante de medula,mas para isso precisa de um dador compatível,o que não é muito fácil de encontrar. Dar sangue é um acto simples,rápido e indolor. É um apelo/pedido que vos faço. O local de recolha pode ser feito nos HUC,no centro de Histocompatibilidade(junto à entrada principal). Há contudo requisitos a preencher: Ter entre 18 e 45 anos Mais de 50 Kg e não ter recebido transfusões de sangue após 1980 Conto convosco.A Susana é o prolongamento natural do pai Zeca.Linda,generosa,amiga,alegre,solidária e com um sorriso radiante. Vai ganhar esta batalha.A família e a grande legião de amigos,vão ajudá-la a ultrapassar esta fase difícil da sua vida. Um abraço amigo Tó Ferrão
Um dia,se me apetecer e tiver tempo,direi a origem do nome deste utensílio. Basicamente serve para despejar o lixo doméstico. Mas é um multi-usos:lavadinho,serve como poceiro nas vindimas;serve para carregar lenha;serve para encher de água para um duche directo;há quem o utilize para lavar o peixe fresco;serve para enfiar na cabeça quando vem uma grande carga de água;e serve para enfeitar:limpinho e cheio de mosquitos à volta... É só escolher a utilidade! O mais certo,mais frequente,é o utensílio ouvir,em tom alto e agudo:
Com os mágicos à solta,a tarde não foi fácil... A tal chibita branca,mesmo presa por uma corda,era difícil de ver e,muito menos,de agarrar. A esta hora(10 e meia da noite) a tarde ainda não acabou e os militantes ainda procuram a chibita. Trabalho difícil e exigente de grande esforço físico. Por razões etárias,desisti cerca das 7 horas. Há muito que não era obrigado a tão grande esforço físico! Parecia um exercício de GAM:eu tinha que imaginar a chibita e tentar agarrá-la. Era indiferente imaginá-la como inimigo ou como um amor a procurar... Imaginei-a,das duas maneiras.Aconteceu-me sempre a mesma coisa.Mergulhava no Lamas e batia com a testa nas espinhas do bacalhau.Ao fim de algumas horas saí de lá como um Cristo:o corpo cheio de Lamas e a testa cravejada de espinhas...
Parecia um acidente de F 1 !!! Mas,até vir descansar(que diabo!um homem não é de ferro e tive que vir jantar...) não tinha havido baixas... A chibita branca continua a ser procurada pelas redondezas! Como vêem,durante o exercício,estava tudo com um ar macambúzio!
Passaram-se para a Noite Branca... Batia com a cabeça no prato,de tanto me rir!!!
Dália era a rapariga mais bonita do Caveiral. Bonita em todos os sentidos:era amada por toda a gente,por estar sempre disponível para ajudar;desde muito miuda aprendeu todos os trabalhos de campo e,com sua avó,aprendeu os segredos da boa cozinha;estudou enquanto lhe foi possível,ao mesmo tempo que se tornou uma estrela da Filamórnica,dos Bombeiros e dos bailaricos.Com ajuda do senhor padre,terminou o Liceu e candidatou-se à Universidade. Ela e o namorado,o Asdrúbal,eram o casal mais bonito do Caveiral. O Asdrúbal,filho de boas famílias,lá foi estudar Medicina para a grande cidade. Dália,filha dos caseiros da grande família,poderia ir para uma Universidade mais afastada do Caveiral,o que implicaria despesas incomportáveis. Assim,Dália resolveu abandonar os estudos e ir trabalhar. Foi para a empresa dos pais do Asdrúbal e recomendada especialmente ao gerente,o Natário,que Dália tratava cerimoniosamente por "Dr."Natário. No escritório,Dália aprendeu a tirar cafés,fotocópias e o lixo do chão.As duas senhoras que lá trabalhavam,quase nos 40 anos,nunca a trataram como colega. Dália era uma espécie de rapariga da limpeza e dos recados,que estava ali por caridade do tal "Dr."Natário. Dália andava triste.Asdrúbal nem nas férias aparecia... O que é certo é que Dália espalhava alegria e nem o Natário resistiu! Dália,a pretexto dos cafés,passava mais tempo no gabinete.Ia aparecendo com roupas novas e bonitas.Logo ela,a quem qualquer trapo assentava bem... Passou a ter horários diferentes:entrava muito mais tarde(transportada pelo motorista do Natário) e deixou de fazer limpezas. Do gabinete,chamava uma "velha" e,com natariana autoridade,ordenava-lhe que lhe fosse comprar cigarros... Um dia Dália "apareceu" estranhamente gorda e começou a ter vómitos...Uma das "velhas" mandou-a levar a casa(a casa do Natário) e a Dália desapareceu por uns tempos. O Natário andava intratável e pior ficou quando uma inspecção na empresa lhe fez perguntas sobre a contabilidade... Dália,no Hospital,trazia uma filha à luz do dia. Questionada sobre o pai falou no "Dr."Natário. Mandado chamar,o Natário já não apareceu. A empresa tinha falido e o homem desapareceu... Abreviando: Soube-se mais tarde que Natário tinha sido morto num país africano quando se envolveu em mais um negócio para aldrabar alguém. Asdrúbal é um cirurgião altamente cotado na comunidade gay de um país sul americano. Dália,ajudada pela filha,é uma das poucas habitantes do Caveiral,vivendo na velha casa de granito dos avós e fazendo agricultura de subsistência. Tem a sua horta,o seu porco e as suas cabras. Continua a ser uma mulher muito bonita. A filha,este ano,é caloira de Medicina numa Universidade pública.
Um novo blogue brasileiro,da responsabilidade de Gerson Deslandes e Drica Voivodic,que nos traz os prazeres do fogão e de uma boa fofoca à mesa da cozinha. Visitem-no em
Este belíssimo projecto está a funcionar. Infelizmente,as demoras burocráticas têm atrasado o Protocolo com a Segurança Social. Ao que me dizem,a partir de Outubro já não há dinheiro que permita o funcionamento.
A minha Académica,em Coimbra,ganhou à Naval 3 - 0. Claro que é normal. Mas as minhas expectativas foram iludidas. Com este calendário de jogos,e depois de no primeiro termos ganho ao Benfica,esperava ao fim de 4 jogos ter 12 pontos. 7 pontos sabe-me a pouco! Arranca,Briosa!
Durante 37 dias,alguns velhos automóveis percorrerão 14.000 quilómetros,fazendo a ligação Pequim - Paris. Entre eles,estará este velho Bentley 3 1/2 Park Ward,de 1935.
Ainda se mantem. Lembro todas as mimalhices de que fomos alvo e só me apetece estender,ouvir música e recordar... Qualquer dia,o mais tarde possível,regressarei à normalidade. Por hoje,aqui deixo as nossas companhias de venturas.
Confesso que,na vida,tenho tido muita sorte. No meu núcleo de amigos,muito pequeno,tenho o privilégio de ter o TONITO. É uma PESSOA de engenharias desconhecidas.Por vezes,tenho dificuldade em perceber se ele está aqui ao lado ou se anda a vagabundear pelo espaço. Sei que o Tonito está sempre do nosso lado,mesmo quando não o vemos.E nem é preciso explicar-lhe o que se terá passado. Este AMIGO faz hoje anos,para aí 14. Temos a sorte de,há muito,termos o contributo do cota 13.