domingo, 10 de janeiro de 2010

Casamento sem família

Aqui fica o artigo de Sérgio Ferreira Borges,publicado no Diário de Coimbra de hoje.
É um tema actual e delicado.
Por isso lhe chamam fracturante.
Sérgio aborda o tema,sem rodriguinhos e com a habitual linguagem escorreita.Com as .que,também,me assaltam.
É quase uma revolução de todo o nosso esquema mental e,ao que já ouvi a eventuais interessados,desnecessária em relação a leis já em vigor.
Fica a tal intifada em suspenso...
Gostei de saber do êxito que teve a tua ideia para que o Pavilhão Multiusos se passasse a chamar PAVILHÃO MÁRIO MEXIA.

Creio ser um excesso de simpatia considerar o Presidente da Câmara um bom autarca... 

4 comentários:

mc disse...

Ora!
Quem não tem dúvidas e contradições nestas nestas difíceis polémicas?

Isabel disse...

O tema deste artigo do SFB é, sem dúvida, muito controverso e com bastantes contradições.Mas fiquei ainda com mais dúvidas em relação á posição do próprio Sérgio, que recorreu a exemplos da sua vivência e do seu círculo de amigos e, segundo julgo ter percebido, não lhe parece que os casais homossexuais não terão nem um conceito de família nem um relacionamento próximo dos convencionais. Assim sendo, como é a favor do casamento?E se aceitamos o casamento com tudo o que isso implica, como vamos argumentar no passo seguinte que será a adopção por parte destes "novos" casais?Claro que estou de acordo que isto foi uma estratégia de desvio de atenção, por parte de Socrates.
Dou os parabéns ao Sérgio pela concretização do pavilhão Mário Mexia, de que o Sérgio foi o grande impulsionador, mas daí a dizer que o Presidente da Camâra é um bom autarca..... digamos que terá tido um "ataque" de bom senso e de justiça.

Manuela Curado disse...

Para o MC.
Eu não tenho dúvidas.
O meu sentimento de negação é profundo e interior.
Respeito o indidualismo de homens e mulheres, mas não estas regras colectivas.

mc disse...

Manuela,
E a minha querida amiga (desculpe que a trate assim, já que sou uma pessoa respeitosa e respeitável)tem a certeza de que o seu "mais profundo e íntimo sentimento de negação", que são o suporte do seu respeito (os moldes em que assenta)pelo individualismo do Homem, não é consequência de mais ancestrais regras colectivas, determinadas, sabe-se lá, contra uma vozearia de protestos maiores do que os de agora e com origem desse lado?
As leis caminham de braço dado com o andar dos tempos...

O respeito e a amizade do mc